Wednesday, September 14, 2011

Ciclo sem fim.

Ao todo, vi O Rei Leão no cinema cinco vezes: uma em 1994, e quatro em 2011. Sim, quatro. Numa sexta-feira, depois na terça, na quarta, e na segunda-feira seguinte.

Admito que tenho problemas, e que, como bem disse minha professora de francês, na verdade uma parte de mim não cresceu. Mas, gente. O Rei Leão no cinema. Meu filme preferido de todos os tempos da humanidade no universo, de volta ao cinema depois de 17 anos. E o fato de ser em 3D, apesar de totalmente desnecessário ao longo da animação, deixou a abertura ainda mais linda e emocionante.


Eu decorei todas as falas. Todas as entonações, todos os detalhes. Devo ter assistido ao filme mais de duzentas vezes ao longo dos últimos 17 anos, sem brincadeira. Cheguei ao cúmulo do meu forever alone way of life aos 12 anos, quando via O Rei Leão uma vez por dia. Eu cito frases do filme em praticamente todas as situações da vida. Chego a ser insuportável, com meus "perdoe-me por não pular de alegria, mas minhas costas doem" e "eu estou cercado de idiotas".

Minha cena preferida de todas.

O que ficou engraçado nessa exibição no cinema foi que no meio da música Hakuna Matata o Timão solta um "ei, Pumba, na frente das crianças, não". E aí você olha para os lados e só vê um bando de marmanjos nostálgicos de vinte e poucos anos, que dez minutos atrás estavam fungando e tentando esconder o choro na cena da morte do Mufasa.

Foi muito importante e significativo para mim poder rever o filme no cinema. Me emocionei, dei risada, fiquei triste, assustada, encantada, arrepiada, tudo como se fosse a primeira vez que eu assistia - isso nas quatro vezes que fui.

E se alguém me convidar pra ir mais uma vez, eu juro que vou.